A conta silenciosa do desengajamento

O cenário atual do engajamento no trabalho
O relatório Gallup 2025 State of the Global Workplace soa como um alarme global. Apenas 21% dos colaboradores se dizem engajados com o trabalho. Outros 17% estão ativamente desengajados, ou seja, não apenas desconectados, mas contribuindo negativamente para o ambiente de trabalho.
Esse desengajamento não é apenas uma questão de clima, ele tem impacto direto no resultado financeiro. Segundo a Gallup, a perda de produtividade associada ao baixo engajamento custa US$ 438 bilhões ao ano. É como se parte do orçamento de cada empresa fosse queimado em silêncio, dia após dia.
A falta de engajamento também se traduz em maior rotatividade, dificuldade em reter talentos e queda no senso de propósito dentro das organizações. No fundo, estamos falando de um passivo invisível que mina competitividade e sustentabilidade.
O colapso dos gestores
Um ponto crítico do estudo está na situação dos gestores. Eles são os principais responsáveis por energizar os times, mas estão entrando em colapso. O engajamento dos líderes caiu de 30% para 27%, e a Gallup lembra: 70% da variação de engajamento de um time depende diretamente de seu gestor imediato.
Isso significa que líderes sobrecarregados não apenas sofrem, mas também contaminam seus times. O efeito cascata é devastador:
Equipes mais ansiosas e menos criativas
Aumento dos conflitos internos
Retenção de talentos é cada vez mais difícil
Uma cultura fragilizada que perde força competitiva
Em outras palavras, se o RH não olha para o bem-estar de seus líderes, compromete toda a cadeia de engajamento da empresa.
O risco de esperar
Diante desse cenário, muitos executivos e profissionais de RH pensam: “vamos esperar o próximo ciclo orçamentário” ou “agora não temos recursos para isso”.
Mas a Gallup é categórica: esperar é uma estratégia de risco. Cada mês perdido significa mais pessoas adoecendo em silêncio, mais talentos deixando a empresa e mais custos invisíveis se acumulando.
Ignorar o problema é, na prática, aceitar que o desengajamento se transforme em:
Churn de talentos: colaboradores pedindo demissão ou “desligando-se emocionalmente” sem sair da empresa
Burnout: níveis tóxicos de estresse que reduzem drasticamente a produtividade
Estagnação cultural: ambientes de trabalho incapazes de inovar e atrair os melhores profissionais
Empresas que tratam bem-estar como “luxo” estão, na verdade, renunciando à competitividade.
O que realmente engaja
A Gallup também mostra que colaboradores engajados têm 50% mais chances de estar bem em sua vida pessoal. Ou seja, bem-estar e performance são indissociáveis: cuidar das pessoas é também cuidar dos resultados.
É aqui que o Blza Benefícios se diferencia. Em vez de benefícios genéricos e pouco utilizados, o Blza conecta engajamento ao cotidiano dos colaboradores. Como?
Benefícios práticos e acessíveis: estética, saúde e bem-estar disponíveis em rede ampla e com descontos consistentes
Cobertura gratuita: o colaborador sente o impacto todos os meses
Uso recorrente: diferente de programas engavetados, o Blza faz parte da rotina, e rotina gera pertencimento
Essa combinação traduz em prática o que a Gallup sinaliza: engajamento nasce quando o colaborador percebe, no dia a dia, que sua empresa realmente se importa.
Enquanto muitas empresas ainda oferecem benefícios que não conversam com as necessidades reais dos times, o Blza já provou seu impacto:
Economia tangível: já são mais de R$ 1 milhão em economia real gerada para colaboradores de empresas parceiras
Reforço de autoestima: ao acessar serviços de estética e bem-estar, o colaborador sente que está sendo valorizado como pessoa, não apenas como recurso de trabalho
Facilidade de gestão: para o RH, o modelo do Blza elimina a complexidade de administrar dezenas de convênios, trazendo previsibilidade e simplicidade
Engajamento comprovado: altos índices de adesão e uso, com impacto imediato no vínculo entre colaborador e empresa
Conclusão
O relatório da Gallup escancara um problema: o custo do desengajamento é altíssimo e crescente. Mas também mostra o caminho: investir em bem-estar e propósito é a chave para reverter a curva negativa.
O Blza Benefícios é a prova de que é possível agir agora com impacto real democratizando o acesso ao autocuidado, reduzindo custos e aumentando engajamento.
No fim, a provocação é inevitável: o que sai mais caro para a sua empresa, investir em bem-estar agora ou continuar pagando a conta silenciosa do desengajamento?